Federação Catarinense de Motociclismo

FCM divulga regulamento do Velocross
Texto: Bruna Wagner - Assessoria FCM - Fotos: Racecross.com

 

A Federação Catarinense de Motociclismo (FCM), já disponibilizou o regulamento para a temporada 2019 do Velocross. Pelo segundo ano, ele será unificado entre os estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Assim, os pilotos podem correr pelos estados e também pelo campeonato Brasileiro, sem ter que possuir duas motos para participar da modalidade durante o ano.

Com o regulamento unificado, também fica muito mais fácil para as federações controlarem de forma adequada todas as classes e pilotos nas competições.

 Para o presidente da FCM, o ano tende a ser muito melhor que 2018. “Ano passado tivemos um bom campeonato, bem organizado e elogiado pelos pilotos. Mesmo sendo um ano bem difícil em relação à patrocinadores, conseguimos realizar todas as provas da temporada. 2019 tende a ser um ano um pouco mais brando em relação à parcerias e patrocínios e devemos ter muito mais apoio”, relata Marisergio Kons.

Em 2018, o Programa bLU cRU esteve presente apenas no Motocross, mas a exigência de Kons para este ano, é de que estivessem também no Velocross. “Neste ano, queremos incentivar muito as categorias de entradas de pilotos e uma delas é a Nacional 230cc Light. A Yamaha aceitou ser a nossa parceira também no Velocross, e vai ajudar na premiação desta categoria e também da Nacional 230cc Pró, que foram escolhidas por eles para inserir ao programa. Esse é mais incentivo que a FCM em conjunto com a Yamaha traz para valorizar e também trazer novos pilotos ao esporte”, conta Kons.

Segundo Jair Costa, presidente da Federação Gaúcha de Motociclismo (FGM), o ano deve ser muito bom para o motociclismo. “Novamente trabalhamos em conjunto entre as federações do sul do país para mantermos o regulamento unificado, ele só trouxe vantagens para os organizadores e também pilotos. Ainda estamos tentando unificar também a ordem de largada nos três estados, para facilitar ainda mais as corridas. Neste ano, o regulamento trouxe pequenas alterações, o que é ideal para todos. Desta forma, acreditamos que 2019 será um grande ano para o motociclismo. Viemos de 2018, onde tivemos momentos difíceis pela dificuldade financeira para organizar os eventos, mas mesmo assim, todas as provas foram realizadas. O importante é que os três estados estão juntos com o objetivo de fazer a modalidade crescer em todo o país”, expressa.

 

Apoio à formação de pilotos no Velocross

 A FCM tem sempre o objetivo de incentivar a prática do motociclismo, assim como trazer novos pilotos para todas as classes. Neste ano, haverá o sorteio de uma moto TTR230, para a categoria Nacional 230cc Light. Como participantes deste sorteio, a FCM definiu que todos os pilotos que correrem em todas as etapas, ou deixaram de participar em apenas uma largada, vão concorrer à moto. “O motivo desta classe ser escolhida, é porque ela forma pilotos para o futuro do Velocross. Também permite o acesso de mais pessoas à categoria, pois tem custos bastante baixos se comparadas a outras classes. Por isso, também reduzimos a idade inicial da categoria para 13 anos, permitindo assim que pilotos vindos das categorias de base possam participar. Patrocinadores entenderam este objetivo e o apoiaram”, declara Kons.

 

Sobre o regulamento técnico da categoria Nacional 230cc Light

Após muita conversa e consultas a alguns preparadores, manter o regulamento técnico da classe foi uma decisão natural, porque atende a alguns objetivos, como:

1- Que itens restritivos constantes do regulamento sejam possíveis de serem controlados pela FCM sem gerar qualquer dúvida aos pilotos;

2- Para que as partes não controladas tenham efeito muito pequeno sobre a performance do motor;

3- Para que possam ser utilizadas grandes quantidades de peças não originais do mercado paralelo com o objetivo de reduzir custo e oportunizar venda aos fabricantes de peças e lojas;

4- Para que a estabilidade do regulamento permita a melhor compreensão dele.

“Na nacional 230cc Light, mesmo com as modificações que podem ser feitas, se torna fácil de controlar e fiscalizar as corridas, e esse ano a FCM se compromete em deixar responsáveis por fiscalizar essas motos nas competições”, informa Kons.

Segundo a opinião de alguns preparadores como a Pereti Motos, Charles Motos, Roni Racing, Motos Fan e da Theilacker Racing, todos profissionais respeitados no Velocross, o regulamento precisa ser bem analisado e seguido corretamente pelos pilotos.

De acordo com esses preparadores, o uso obrigatório de gasolina comum, associado ao carburador, dutos e caixa de ar, gicles de alta e baixa, escapes, comandos de válvula, CDIs e volante originais tem impacto restritivo fundamental na preparação de motores.

Além disso, poder utilizar itens não originais como corrente, kit biela, pistões, válvulas, discos de embreagem, rolamentos, filtros de ar, vela, e inclusive um cabeçote usado que já foi recuperado em uma retífica ajuda pilotos que não podem comprar uma moto nova, por exemplo.

Mais informações sobre o Programa bLU cRU no Velocross, assim como o sorteio da moto serão informadas em breve no site da FCM, assim como quando se iniciar a temporada 2019.

As datas das provas já estão definidas, mas ainda faltam as últimas confirmações das cidades que irão sediar as etapas. Em breve, o calendário 2019 também será divulgado.

O regulamento 2019 foi homologado em janeiro de 2019 pela FCM, FGM e Federação Paranaense de Motociclismo (FPRM). Você pode conferir o regulamento completo aqui

 

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